"Mentes Extraordinárias" chega às plataformas digitais no dia 22 de julho



Em Mentes Extraordinárias, o ator Bernard Campan (Os Meninos Que Enganavam Nazistas) e o filósofo Alexandre Jollien uniram forças para dirigir e protagonizar um filme no qual interpretam dois homens com histórias de vida e personalidades completamente diferentes viajam juntos num carro funerário para o sul da França, e, durante a jornada, descobrem que não são tão diferentes um do outro como pensam. O longa francês chega às plataformas digitais Claro Now, iTunes/Apple Tv, Google Play/YouTube e Vivo Play no dia 22 de julho, depois de enorme sucesso no Festival Varilux de Cinema Francês de 2021, e de uma temporada nos cinemas brasileiros.

Tudo começa com um acidente banal: um motorista bate num homem que guiava um triciclo e ele acaba caindo numa vala. No volante: Louis (Campan), na faixa dos 50 anos, trabalha como agente funerário, e se ocupa dos corpos, dos funerais e cuida do negócio da família, um agência funerária.

O acidentado é Igor (Jollien), que tem paralisia cerebral e é apaixonado por filosofia. Ele ganha a vida entregando verduras orgânicas, e se mantém o mais afastado possível de outras pessoas e de uma vida social, pois prefere a companhia de Socrates, Spinoza e Nietzsche. Ele conhece pouco sobre homens e mulheres, sobre relacionamentos, amizade e sexo.

As circunstâncias da vida obrigam esses dois homens a fazer uma viagem juntos, carregando o corpo de Madeleine para sua última morada. Nessa jornada, algumas surpresas os esperam: mentiras, amizade, perda da virgindade, e oportunidades genuínas de se quebrar preconceitos.

Campan conta, em entrevista à AFP, que Mentes Extraordinárias começou a partir da amizade dele e Jollien, e caminhou para ficção. A ideia de fazer um filme juntos veio muitos anos atrás. “Levamos muito tempo para desenvolver o longa pois Alexandre queria aceitar o risco de atuar no cinema, mas isso envolve se expor a críticas e julgamentos.” Sinopse


Dois homens dirigem-se de Lausanne para o sul da França num carro funerário. Se conhecem pouco e têm pouco em comum. Ou pelo menos é o que acham.



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