“Medo Profundo: O Segundo Ataque” não surpreende, mas que entrega o que se propõe a fazer



Foi em 1974 que Steven Spielberg inseriu no inconsciente coletivo o nosso medo pela água. O clássico “Tubarão” já possui mais de 45 anos de existência e, ainda assim, continua sendo referência para muitos filmes de terror. Um dos exemplos mais recente é “Medo Profundo: O Segundo Ataque”, que estreia nesta quinta-feira (14) nos cinemas.


Dirigido por Johannes Roberts, também responsável pelo original “Medo Profundo” (2017), o filme traz uma história simples e fácil de se digerir: um grupo de jovens resolve se aventurar em uma caverna subaquática recém-descoberta e acabam ficando presas juntamente com um cardume de tubarões brancos. Tudo o que o filme entrega a partir disso é esperado e fácil .


Os sustos, o suspense e o azar constante das protagonistas pode ser previsível e cheio de falhas, mas é essa previsibilidade que faz com que o filme se torne algo confortável para o espectador comum.


Com 90 minutos de duração e inúmeros momento de tensão, “Medo Profundo: O Segundo Ataque” é um filme que não surpreende, mas que entrega exatamente o que se propõe a fazer: perpetuar o medo criado por Spielberg por essas criaturas tão assustadoras.



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